1. Acopla-se à linha
O InduCop pousa diretamente no cabo de transmissão e se ancora de forma controlada. Nesse momento ele desliga os rotores, elimina vibração e passa a ficar fisicamente estável — algo impossível em voo livre.
Menos custo. Mais segurança. Manutenção baseada em evidência, não em suposição.
Operação contínua, sem equipe em torre, com coleta de dados técnicos auditáveis em tempo real
O InduCop pousa diretamente no cabo de transmissão e se ancora de forma controlada. Nesse momento ele desliga os rotores, elimina vibração e passa a ficar fisicamente estável — algo impossível em voo livre.
Um acoplador magnético abraça o condutor e coleta energia eletromagnética da própria linha de transmissão. Sem conexão elétrica direta, sem troca manual de bateria e sem parada de operação.
Ancorado, o InduCop entra em modo de varredura: câmeras térmicas e ópticas de alta resolução mapeiam isoladores, para-raios, grampos e ferragens. A análise é assistida por visão computacional e gera laudos rastreáveis, priorizando pontos reais de risco — não suposições de desgaste.
Acoplamento físico, recarga por indução e inspeção térmica em tempo real
Inspeção autônoma, recarga direta na linha e laudos com evidência técnica — sem helicóptero, sem equipe pendurada em torre
O InduCop captura energia do cabo de transmissão por indução magnética. Não precisa voltar à base nem trocar bateria em campo — ele se sustenta usando a rede que está inspecionando.
Ao se ancorar fisicamente no cabo, o InduCop elimina a vibração do voo. Isso permite leitura térmica e visual extremamente estável — identificando aquecimento anormal, corrosão e folgas mecânicas antes da falha.
Após acoplado, o InduCop pode se deslocar ao longo do condutor como um teleférico técnico, inspecionando trechos inteiros sem precisar de helicóptero, andaime ou bloqueio de faixa de servidão.
Substitui horas de helicóptero, deslocamento de equipes remotas e inspeções manuais repetitivas. Ajuda a manter apenas o que realmente precisa ser trocado — sem manutenções “preventivas às cegas”.
Energia de transmissão e distribuição, sim — mas também viadutos, pontes, dutos de óleo e gás, adutoras, barragens, estruturas metálicas em altura e áreas ambientais sensíveis. Uma única plataforma, múltiplos cenários críticos.
As imagens, leituras térmicas e alertas de risco podem ser enviadas em tempo quase real via rede satelital. Você enxerga o defeito antes do apagão — mesmo em área sem cobertura celular.
O InduCop combina conceitos comprovados em campo — acoplamento indutivo em linha viva, inspeção térmica estabilizada e análise autônoma assistida por IA — em uma única plataforma operacional
Um núcleo magnético dividido abraça o cabo e capta energia do campo eletromagnético da linha, sem contato elétrico direto. O InduCop recarrega usando a própria infraestrutura que está inspecionando.
Posicionamento centimétrico via RTK, aliado a uplink via Starlink. Mesmo sem cobertura celular, os dados térmicos e visuais chegam à central quase em tempo real.
Ancorado no cabo, o InduCop elimina a trepidação de hélices. Isso permite leitura térmica de pontos de resistência, fadiga mecânica e corrosão estrutural com repetibilidade e rastreabilidade técnica.
Modelos de visão computacional identificam padrões de risco antes da falha: aquecimento anormal em isoladores, trincas em ferragens e deformações em grampos de sustentação.
Linhas envelhecidas, obrigação regulatória e inspeção cara em áreas remotas criaram um setor que precisa de automação — não de mais helicóptero.
O Brasil opera mais de 200 mil km de linhas de transmissão em alta tensão. Cada km precisa ser inspecionado — e documentado — todos os anos.
A regulação exige monitoramento contínuo de integridade estrutural e térmica. O problema: ~70% dessa malha está em área de difícil acesso, muitas vezes sem estrada e sem sinal.
Horas de helicóptero, equipes terrestres em regime de risco, logística de acesso e substituição preventiva “por idade” somam um desperdício estimado em bilhões por ano.
Oleodutos (30.000 km), redes hídricas, barragens, viadutos, pontes metálicas e dutos críticos elevam o total potencial de inspeção para mais de 500.000 km monitoráveis.
Somando transmissão elétrica e dutos de óleo/gás, o mercado endereçável direto para inspeção autônoma gira em torno de R$ 1,6 bilhão/ano no Brasil.
Com apenas 5% de penetração depois de três anos operando, a receita recorrente estimada ultrapassa R$ 80 milhões anuais — com margens acima de 60%.
Operar ancorado em uma linha de alta tensão não é “apenas pousar no cabo”. O InduCop resolve problemas que historicamente exigiam helicópteros, equipes especializadas em linha viva e alto risco humano.
Pontas vivas e geometrias agressivas geram descargas parciais e envelhecem isoladores. O InduCop usa superfícies de contorno suave e distribuição de campo pensada para não criar pontos de intensificação elétrica, reduzindo risco de arco e interferência eletromagnética durante o acoplamento.
O InduCop utiliza um núcleo magnético partido que abraça o condutor e se adapta ao diâmetro e à corrente da linha. O sistema mecânico controla a aproximação da bobina, estabiliza o conjunto e garante captação eficiente da energia sem contato direto, mantendo o drone seguro mesmo em linhas de centenas de amperes.
Partes estruturais do acoplador utilizam polímeros hidrorepelentes e cerâmicas técnicas de alta rigidez dielétrica, inspiradas em isoladores de rede de transmissão. Isso protege a eletrônica e impede trilhas de descarga mesmo sob chuva, umidade ou poluição salina.
A linha de transmissão gera campos fortes que podem cegar sensores e derrubar navegação convencional. O InduCop emprega blindagem eletromagnética de nível aeroespacial, isolamento de sinais críticos e posicionamento de antenas em zonas de campo controlado — garantindo controle, telemetria e visão computacional estáveis.
A aproximação, o pouso e a ancoragem no cabo seguem envelopes de segurança inspirados em práticas de manutenção em alta tensão. O drone assume uma postura estável, reduz empuxo, trava no condutor e só então ativa a transferência de energia — sem exigir que equipes humanas entrem na zona de risco.
Cada inspeção gera imagem térmica, foto em alta resolução e contexto georreferenciado. O resultado é um registro histórico de degradação real do ativo — ajudando a priorizar manutenção preventiva baseada em evidência, não apenas em tempo de serviço.
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